Eaeeee Pessoal !! Tudo bem com vc's ??!!!
Pra queles que ainda não me conhecem, Me chamo Douglas Costa (Primeiro nome é Francisco mesmo,kkk) ,tenho incríveis 19 anos (haha) e faço parte da Associação cultural Dêu Zebra desde Outubro de 2012.
Tudo começou após o encerramento do festival de quadrilhas de 2012 na cidade de russas,em uma certa conversa com uma das fundadoras do Dêu Zebra (Andreza Santos). Sentados com olhares atentos,ela me contava detalhadamente sobre tais amantes da arte e como era bom fazer teatro ao lado dos respectivos integrantes desse grupo.
Surge a partir dessa longa conversa um convite para que eu pudesse visitá-los em um de seus ensaios ,como eu ainda estava traumatizado com alguns problemas internos da quadrilha,minhas feridas emocionais ainda não estavam cicatrizadas e contudo não aceitei compromisso.No entanto,após observar as incríveis expressões faciais e corporais dos componentes ,acabei sendo seduzido ,não apenas por este fato mas pela união e alegria contagiante do grupo,assim fui presenteado com o maravilhoso personagem "Sacristão" do espetáculo "Um Zé qualquer também ama" ,estreando ainda no mês de outubro, no berço do grupo, o Assentamento Ipanema .
Ao Longo destes dois anos o aprendizado ligado diretamente as artes públicas de rua foi intenso, além do zé qualquer também ama ,estreei junto com a peça "O Fim do mundo no sertão"
o personagem "Deputado Varjão",no qual tem severas críticas ao governo capitalista e sistemas alienantes, logo em seguida fiz o intrigante personagem "Homem" Na esquete "Um homem e uma mulher pra não falar de garçom" ao Lado De Andreza Santos e Berg Silva (Direção de Ivo Nogueira) que arrancou muitos aplausos do presente público.
Apresentações após apresentações,idéias e idéias ,críticas em cima de críticas,fui testemunha ocular da fundação do projeto "Preto no Branco" que fui criado com a união de pequenos saberes artísticos adquirido por intermédio de grupos teatrais viajantes no universo da arte(Movimento Escambo Livre de Rua ,Mergulho Teatral do Vale do Jaguaribe e PACRA - Projeto Arte e Cultura na Reforma Agrária),afinal de contas, experiência é sempre válida e bem vinda para possamos desfrutá-la e aumentar a sêde de aprendizado,de fato somos eternos aprendizes.
No Presente momento,coloco o grupo em prioridade máxima, só assim o prazer pela vida e arte aumentará gradativamente.

Pra queles que ainda não me conhecem, Me chamo Douglas Costa (Primeiro nome é Francisco mesmo,kkk) ,tenho incríveis 19 anos (haha) e faço parte da Associação cultural Dêu Zebra desde Outubro de 2012.
Tudo começou após o encerramento do festival de quadrilhas de 2012 na cidade de russas,em uma certa conversa com uma das fundadoras do Dêu Zebra (Andreza Santos). Sentados com olhares atentos,ela me contava detalhadamente sobre tais amantes da arte e como era bom fazer teatro ao lado dos respectivos integrantes desse grupo.
Surge a partir dessa longa conversa um convite para que eu pudesse visitá-los em um de seus ensaios ,como eu ainda estava traumatizado com alguns problemas internos da quadrilha,minhas feridas emocionais ainda não estavam cicatrizadas e contudo não aceitei compromisso.No entanto,após observar as incríveis expressões faciais e corporais dos componentes ,acabei sendo seduzido ,não apenas por este fato mas pela união e alegria contagiante do grupo,assim fui presenteado com o maravilhoso personagem "Sacristão" do espetáculo "Um Zé qualquer também ama" ,estreando ainda no mês de outubro, no berço do grupo, o Assentamento Ipanema .
Ao Longo destes dois anos o aprendizado ligado diretamente as artes públicas de rua foi intenso, além do zé qualquer também ama ,estreei junto com a peça "O Fim do mundo no sertão"
o personagem "Deputado Varjão",no qual tem severas críticas ao governo capitalista e sistemas alienantes, logo em seguida fiz o intrigante personagem "Homem" Na esquete "Um homem e uma mulher pra não falar de garçom" ao Lado De Andreza Santos e Berg Silva (Direção de Ivo Nogueira) que arrancou muitos aplausos do presente público.
Apresentações após apresentações,idéias e idéias ,críticas em cima de críticas,fui testemunha ocular da fundação do projeto "Preto no Branco" que fui criado com a união de pequenos saberes artísticos adquirido por intermédio de grupos teatrais viajantes no universo da arte(Movimento Escambo Livre de Rua ,Mergulho Teatral do Vale do Jaguaribe e PACRA - Projeto Arte e Cultura na Reforma Agrária),afinal de contas, experiência é sempre válida e bem vinda para possamos desfrutá-la e aumentar a sêde de aprendizado,de fato somos eternos aprendizes.
No Presente momento,coloco o grupo em prioridade máxima, só assim o prazer pela vida e arte aumentará gradativamente.
