Criado em 2008, para participar do festival de teatro das
escolas públicas municipais de Alto Santo (FESTPALCO), o grupo se destacou
conseguindo logo em seu primeiro ano o lugar mais alto no pódio, o grupo se
volta para a comunidade rural e o assentamento de reforma agrária com processos
formativos introduzindo mecanismos de cunho cultural para a mesma, focando
quatro pontos básicos: Organização, Formação, Produção e Circulação. Com uma
cultura de margem e de um teatro autodidata o grupo vai de encontro a um
público gratuito, e isso vem sendo o carro chefe para seguir no caminho das
artes.
Tem como visões de movimentos:
RBTR (Rede Brasileira de Teatro de Rua) – Nacional;
Mergulho Teatral do Vale do Jaguaribe –Regional;
PACRA (Projeto Arte e Cultura na Reforma Agrária) –
Nacional;
ENPECA (Encontro da periferia e do campo) – Estadual
ENTRE OS ESPETÁCULOS JÁ MONTADOS PELO DO GRUPO ESTÁ:
Simplesmente Shirley – 2008 (Claudio Simões);
Encalhadas para sempre -2009 (Ivo Nogueira e Alan Martins);
Totalmente Shirley - 2010 (Claudio Simões),
Um Zé Qualquer – 2011 (Bráulio Bessa, Ivo Nogueira, Junio
Santos)
O Fim do Mundo no Sertão – 2012 (Criação coletiva)
HMG – 2012 ( Direção de Ivo Nogueira)
Bufão camisa 10 – 2014 (Ivo Nogueira)
Sendo esse três primeiros exclusivos para palco italiano e
os quatro últimos para rua.
Em uma visão mais política o grupo entra de corpo e alma na
RUA com: Um Zé qualquer também ama - 2010 – (Bráulio Bessa, Ivo Nogueira, Junio
Santos); O fim do mundo no sertão – 2011 – (Criação coletiva Dêu Zebra no Teatro);
HMG – 2012 (Ivo Nogueira); Bufão Camisa 10 – 2014 – (Ivo Nogueira) e
recentemente Projeto Preto no Branco, Voz e Violão – 2013 (Criação Coletiva Dêu
Zebra no Teatro) A visão de pesquisa do grupo vai da Comedia Dell’Arte ao
teatro político de Brecht, trabalhando problemáticas sócio-políticas engajando
a comunidade em um processo de reconhecimento da arte do campo como forma de
reflexão.




